Quem somos
Comercializamos cinco alojamentos, todos acompanhados de perto e sempre geridos pelos respetivos proprietários. Conhecemos cada casa — e ajudamos cada hóspede a encontrar a que melhor combina com a sua estadia.
São quatro casas e um hostel, entre a ilha Terceira e a ilha de São Miguel: Angra do Heroísmo, Praia da Vitória, Ponta Delgada e Vila Franca do Campo. Uma moradia de família recuperada no centro de Ponta Delgada, um edifício do centro histórico de Angra, uma casa com piscina aquecida a trezentos metros do mar. Cada uma com a sua história.
Trabalhamos com um número pequeno de alojamentos por opção. Cinco casas é o que conseguimos acompanhar sem que nenhuma fique esquecida.
Todas estão licenciadas como Alojamento Local e cumprem a regulamentação da Região Autónoma dos Açores. As fotografias que vê são das casas reais, tiradas nas casas reais.
Na Terceira temos a Casa do Pequeno Dragoeiro e o Angra Heritage, em Angra do Heroísmo, e a Casa Verde, na Praia da Vitória. Em São Miguel, a Santo Cristo House, em Ponta Delgada, e a Casa do Penedo, em Vila Franca do Campo.
Cada uma serve um tipo de viagem diferente: uma família grande com carro, um casal que quer estar a pé do centro histórico, um grupo que viaja com orçamento curto. Se não souber qual escolher, pergunte-nos — respondemos com honestidade, mesmo quando a resposta é que nenhuma serve.
Somos uma operação pequena e queremos continuar a sê-lo.
Como trabalhamos
Preferimos cinco casas bem escolhidas a cinquenta razoáveis. Visitamos cada alojamento antes de o comercializar, e continuamos a acompanhá-lo depois disso.
As imagens deste site são das casas, tiradas nas casas. Sem fotografias de catálogo e sem ângulos que prometem o que lá não está.
Dizemos o que a casa tem e o que não tem. Se não há máquina de secar ou se o acesso é só por escadas, está escrito na página.
Os proprietários trabalham com equipas de limpeza, fornecedores e artesãos das ilhas. O turismo só vale a pena se ficar cá alguma coisa.
Quando precisa de alguma coisa, fala com alguém — não com um chatbot nem com um número de ticket. Sete dias por semana.
Trabalhamos com proprietários que cuidam das casas como se tivessem de receber hóspedes daqui a cinquenta anos. Há atalhos que não custam nada hoje e custam tudo amanhã.
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